quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

“Nunca abaixe a cabeça pra ninguém, nem levante o nariz alto demais. 
Olho no olho já é suficiente.
”
— Pc Siqueira.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013



Exagerada? Talvez, mas o amor que eu tenho por meu travesseiro é mágico. Ele é o meu acompanhante das minhas melhores horas, onde eu viajo no tempo, vivendo alegrias, tristezas e medos. É o meu amigo que entre lágrimas e soluços me consola sem dizer nada, e sem fazer gesto nenhum apenas deixando afundar minha cabeça sobre ele.
Errar é humano, perdoar é preciso,
e correr atrás daquilo que realmente queremos é uma obrigação.Viva,ame,pense,erre,caia,levante.E depois do erro corra atrás de refazer o seu acerto, faça tudo o que desejar fazer,digα te amo sem medo de não ouvir isso depois,aproveite a vida nunca se sabe o dia de amanhã.
Bob Marley

sexta-feira, 26 de abril de 2013


“Olhe pra sua namorada. Agora responda: Quantos homens você acha que são loucos por ela? Quantos você acha que ficam encantados com aquele sorriso que só ela tem? Devem ter vários, né? Você não sabe quem são, mas existem. E apesar disso, ela encontrou você. Na verdade, ela te escolheu. É, você! Que não é nenhum príncipe, cheio de falhas e imperfeições. E mesmo assim, ela insiste em te chamar de príncipe, de perfeito. Muito boba, né? Ela te ama assim, exatamente do jeito que você é, imperfeito. Agora, eu te pergunto: tem dado valor? Muitos invejam você e estão só de olho, esperando seu primeiro vacilo para atacar. E aí, amigo, vai esperar para vê-la nos braços de outro? Sorrindo das piadas de outro? Fazendo um cafuné em outro? Bate até uma pequena raiva só de imaginar, né? Agora vai lá, passa a mão no cabelo dela e diz que a ama. Liga só pra saber como ela está. Dê valor enquanto tem, porque quando perder só vai dar arrependimento!”
— Autor Desconhecido.

quinta-feira, 7 de março de 2013

“Como diria Raul Seixas, “Eu nasci há dez mil anos atrás”. Ás vezes acho que nasci na época errada, que deveria ter nascido há alguns anos atrás, no tempo da minha bisavózinha. Eu sou um tanto diferente de grande parte dos jovens de hoje em dia. Não sou de ficar saindo à caça. Quando gosto de alguém, gosto de verdade, e não tenho olhos para mais ninguém. Não sei fingir sentimentos, muito menos ser fútil a ponto de preferir um corpo a um cérebro. Não consigo ir à uma festa e sair pegando oito, nove na mesma noite. Eu gosto mesmo é de uma boa conversa, daquelas bem prolongadas e um beijo e um abraço de despedida. Depois de um dia corrido ir à lanchonete ou à sorveteria com quem a gente gosta. Sorrisos abertos e sinceros. Gosto mesmo é de conhecer. Não sou desses que sai ficando com o primeiro que vê pela frente. Pra que isso aconteça, algo tem que me chamar atenção, e não é nem o fato de ser bonito. Tem mesmo é que mexer por dentro. Há quem diga que sou complexa demais, que espero demais. E digo mais, eu sonho demais. Espero encontrar quem me faça feliz de verdade. É por isso que você não vai me ver por aí com uma pessoa em cada fim de semana. Não sou desses que depois de uma semana de fim de namoro, fica com um outro alguém. Muito menos sou desinibida de chegar em uma pessoa. Mal consigo dizer pra quem amo, que a amo. Não consigo ficar com todo mundo, nem acho bonito. Desculpe o vocabulário, mas não sei ser puta, muito menos oferecida. Não sei reagir a elogios. E se gosto de verdade de alguém, meu coração vai ser só dela. Não sou desses que diz que ama alguém, e que fica com outro, só por diversão. Muito menos sou de brincar com os sentimentos dos outros. Não tenho vergonha de dizer, eu não fiquei com nem a metade do que uma pessoa com doze anos fica hoje. Complicada e idiota demais, é eu sei. Mas fazer o quê, eu não consigo. Eu sou assim, não dá pra mudar. Eu tinha mesmo que ter nascido na época que o amor era valorizado, não nesses dias que “pegar as pessoas” virou um título, e quem já ficou com mais pessoas é o mais deslocado. Eu nasci mesmo na época errada, em que serenatas de amor passaram a ser brega e o amor, uma perda de tempo.”


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Pirulitos se tornam cigarros. Inocentes viram vadias. Dever de casa vai pro lixo. Celulares conectados no twitter durante a aula. Detenção se transforma em suspensão. Refrigerante se torna vodka. Bicicletas viram carros. Beijos viram sexo. Vocês se lembram de quando usar proteção era botar um capacete? De quando a pior coisa que você poderia levar de garotos eram cosquinhas? De quando os ombros do pai eram o lugar mais alto e inatingível e mamãe era nossa heroína? Aliás, lembram-se de quando heroína era o feminino de herói? De quando seu pior inimigo era seu irmão? De quando war era só um jogo de cartas? De quando a única droga que você conhecia era remédio pra tosse? De quando remédio pra tosse era realmente usado pra curar tosse? De quando usar uma saia não te transformava numa vadia? A maior dor que você sentia era quando ralava os joelhos e os “adeus” duravam até só o amanhecer de outro dia. E nós não podiamos esperar por crescer?
(odeio∞rotulos)


quinta-feira, 30 de agosto de 2012


Quando alguém é meu amigo eu faço o impossível para ver a pessoa bem. Se eu gosto tomo as dores, embarco em indiadas, dou um jeito de fazer com que tudo fique numa boa, nem que seja ouvindo e dando o ombro. Mas, por favor, nunca minta para mim. Quem mente perde completamente a minha confiança. Não sei fingir. Abraço minhas vontades, mesmo que a minha cara fique roxa de tanto apanhar. Cumpro minhas promessas, mesmo que me doa. Não brinco com os outros para me distrair, tampouco dou uma de boa samaritana para depois me esconder atrás da moita. Isso não. Por isso, digo e repito: gosto de gente de verdade